sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
A serra do mar
A Serra do Mar é uma cadeia montanhosa do relevo brasileiro que se estende por aproximadamente 1500 km ao longo do litoral este/sul, indo desde o estado do Espírito Santo até o sul do estado de Santa Catarina.
A serra da Mantiqueira
A Serra da Mantiqueira é uma cadeia montanhosa que se estende por três estados do Brasil: Sã Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
A serra tem uma formação geológica datada da era arqueana que compreende um maciço rochoso que possui grande área de terras altas, entre mil e quase três mil metros de altitude, ao longo das divisas dos estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro. Na Serra da Mantiqueira existem diversas unidades de conservação, como a área de proteção ambiental Serra da Mantiqueira, dividida entre os três estados, o Parque Nacional do Itatiaia, dividido entre Minas e Rio, e os Parques Estaduais Serra do Brigadeiro e Serra do Papagaio (Minas) e Campos do Jordão (São Paulo).
A serra do Espinhaço
A Serra do Espinhaço é uma cadeia montanhosa localizada no planalto Atlântico, estendendo-se pelos estados da Bahia e Minas Gerais. Seus terrenos são do éon Proterozóico e contém jazidas de ferro, manganês, bauxita e ouro.
Seu nome fora dado pelo geólogo alemão Ludwig von Eschwege no século XIX. É responsável pela divisão entre as redes de drenagem do Rio São Francisco e as redes de drenagem dos rios que correm diretamente para o oceano Atlântico. É considerada reserva mundial da biosfera, por ser uma das regiões mais ricas do planeta, graças sua grande diversidade biológica.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
História do Sabão
A fabricação de sabão é, sem dúvida, uma das atividades industriais mais antigas de nossa civilização. Sua origem remonta a um período anterior ao século XXV a.C..
Nesses mais de 4500 anos de existência, a indústria saboeira evoluiu acumulando enorme experiência prática, além de estudos teóricos desenvolvidos por pesquisadores.
Tecnicamente, a indústria do sabão nasceu muito simples e os primeiros processos exigiam muito mais paciência do que perícia.
Tudo o que tinham a fazer, segundo a história, era misturar dois ingredientes: cinza vegetal, rica em carbonato de potássio, e gordura animal. Então, era esperar por um longo tempo até que eles reagissem entre si.
O que ainda não se sabia era que se tratava de uma reação química de saponificação.
O sabão, na verdade, nunca foi “descoberto”, mas surgiu gradualmente de misturas de materiais alcalinos e matérias graxas (alto teor de gordura).
Os primeiros aperfeiçoamentos no processo de fabricação foram obtidos substituindo as cinzas de madeira pela lixívia rica em hidróxido de potássio, obtida passando água através de uma mistura de cinzas e cal.
Porém, foi somente a partir do século XIII que o sabão passou a ser produzido em quantidades suficientes para ser considerado uma indústria.
Até os princípios do século XIX, pensava-se que o sabão fosse uma mistura mecânica de gordura e álcali.
Foi quando Chevreul, um químico francês, mostrou que a formação do sabão era na realidade uma reação química.
Nessa época, Domier completou estas pesquisas, recuperando a glicerina das misturas da saponificação.
Durante 2.000 anos, os processos básicos de fabricação de sabões permaneceram praticamente imutáveis.
As modificações maiores ocorreram no pré-tratamento das gorduras e dos óleos, na obtenção de novas e melhores matérias-primas, no processo de fabricação e no acabamento do sabão, por exemplo, na secagem por atomização para obtenção do sabão em pó.
História do Sabão
SABÃO COMUM
Você Sabia que ...
Os sabões são produzidos a partir de óleos e gorduras através de reações de saponificação. Sabendo-se disto, como é possível o próprio sabão retirar "sujeiras" das roupas e de panelas que em geral são gorduras e óleos?
Ingredientes para sabão caseiro
Fórmula 01
| Quantidade para | 32 Kg | 3,2 Kg | 1,6 Kg |
| Sebo bruto | 10 Kg | 1 Kg | 500g |
| Breu - pedaços | 4 Kg | 0,4 Kg | 200 g |
| soda cáustica | 2 Kg | 0,2 Kg | 100 g |
| Água pura | 16 L | 1,6 L | 800 mL |
A produção de sabão
Você pode produzir o sabão comum, que indicamos, de uma uma forma quase industrial utilizando latas vazias de 18 litros.
Deixe o sabão esfriar para endurecer na mesma lata que foi feito.
Quando o sabão estiver duro vire a lata de boca para baixo, o bloco de sabão sairá, pronto para ser cortado.
Modo de Preparação
Levar ao fogo o sebo, para fundir, pondo-se, depois, o breu, em pedaços, para derreter, agitando-se.
Feito isto, junta-se a soda, dissolvida em 15 litros de água pura e deixa-se ferver.
Assim que a massa subir, junta-se a terça parte do resto da água e deixa-se ferver novamente; subindo, outra vez, junta-se a metade da água, deixando-se ferver, com pouco fogo; quando torna a subir, junta-se o resto da água e mantém-se pouco fogo, até subir novamente, quando se retira do fogo o sabão, despejando-o nas formas, para ser cortado, em máquina própria ou com fio de arame, depois de frio.
Se preferir adicione uma essência.
Ingredientes para sabão de laboratório
Fórmula 02
| Quantidade para | 48 mL |
|
| |
| Água pura | 10 mL |
| Óleo | 20 mL |
| Soda cáustica | 3 g |
| Etanol | 15 mL |
| Sal de cozinha | qsp |
Modo de Preparação
1) Dissolva cerca de 3 g de NaOH em 10 mL de água destilada em um béquer de capacidade para 100 mL. béquer nº 1.
2) Adicione cerca de 15 mL de etanol e agite vigorosamente a solução, usando um bastão de vidro.
3) Acrescente 20 mL de óleo comestível (de soja, milho, amendoim) e aqueça cuidadosamente até a ebulição, mexendo continuamente com o bastão de vidro.
O aquecimento deve ser controlado para evitar que o material transborde. Deve-se interromper o aquecimento tão logo se verifique que não há mais gotículas de óleo em suspensão no béquer 1.
4) À parte, pegue um copo de bécker com cerca de 50 mL de água e vá adicionando aos poucos cloreto de sódio (sal de cozinha) até que o sal comece a se precipitar para o fundo do recipiente.
5) Em outro béquer nº 2, coloque cerca de 30 mL, da solução de cloreto de sódio que foi preparada e adicione o material que se encontra no béquer 1. aqueça o béquer 2 por alguns minutos, apague a chama e deixe o sistema resfriar me repouso.
A massa sobrenadante na solução do béquer 2 é o sabão.
Ingredientes para sabão frio
Fórmula 03
| Quantidade para 13 Kg | |
|
| |
| Água pura | 8 L |
| Soda cáustica (escamas) | 1 Kg |
| Óleo | 2 L |
| Detergente | 2 copos |
| Sabão em pó | 1 copo |
| Sebo derretido | 2 L |
| Fubá ou maizena | 2 copos ou 4 colheres |
Modo de Preparação
Misture o sabão em pó , detergente e o fubá em um litro de água e reserve.
Dissolva a soda no restante da água, em seguida coloque o restante dos ingredientes e misture sem parar até começar a ficar duro, deixe de um dia para outro para cortar.
Use colher de madeira e vasilha de plástico, para esta finalidade.
Ingredientes para sabões diversos
Fórmula 04
| SABÃO DE COCO | SABÃO BRANCA DE NEVE | SABÃO BRANCO | |
| Sebo derretido | 3800 gramas | 1 Kg | 4300 gramas |
| Óleo de coco | 1Kg | 800 gramas | 500 gramas |
| Soda 99% | 800 gramas | 800 gramas | 800 gramas |
| Caulim Branco | 500 gramas | 500 gramas | 500 gramas |
| Água | 3 a 5 litros | 4 a 5 litros | 4 a 8 litros |
Modo de Preparação
Um dia antes deixar a Lixivia pronta.
A outra metade de água, misturar com o Caulim.
Ajuntar as duas águas (Soda e Caulim) somente quando for
preparar o sabão.
Derreter as gorduras (Sebo e óleo), em uma outra lata
Depois de derretidas, coe em 1 ou 2 peneiras de malhas
finas (uma sobre a outra).
Quando as gorduras estiverem mornas, despejar a Lixívia,
mexendo-se. Depois de pronto colocar nas embalagens para secar e cortar.
segunda-feira, 18 de outubro de 2010
handbol
Origem do Handebol
O handebol é um esporte coletivo que foi criado pelo professor alemão Karl Schelenz, no ano de 1919. Após ter as regras publicadas pela Federação Alemã de Ginástica, o esporte começou a ser praticado de forma competitiva em países como, por exemplo, Áustria, Suíça e Alemanha.
Nesta fase inicial, as partidas de handebol eram realizadas em campos gramados parecidos com de futebol. Assim como no futebol de campo, cada equipe de handebol era composta por onze jogadores.
No ano de 1925, foi realizada a primeira partida internacional de handebol, entre as equipes da Alemanha e da Áustria. Os austríacos levaram a melhor, vencendo os alemães por 6 a 3.
Fatos importantes da história do handebol:
- Em 1934, o COI (Comitê Olímpico Internacional) inclui o handebol como esporte Olímpico.
- Nas Olimpíadas de Berlim (1936), seis países disputaram a medalha de ouro. A Alemanha tornou-se campeã, após derrotar a Áustria por 10 a 6.
- Em 1938, foi disputado, na Alemanha, o primeiro campeonato mundial de handebol.
- Em 18 de julho de 1946, foi fundada a IHF (International Handball Federation), atualmente com sede na cidade de Basiléia (Suíça).
- No ano de 1966, os jogos de handebol em campo gramado foram descontinuados, passando o esporte ser realizado somente em salão.
- Após um período sem participação, o esporte volta a fazer parte das Olimpíadas nos Jogos Olímpicos de Montreal, em 1976. Porém, com regras reformuladas e partidas disputadas em quadra.
- Atualmente o esporte é praticado em 183 países, envolvendo mais de um milhão de equipes e trinta milhões de profissionais (jogadores, treinadores e outros profissionais do esporte).
Curiosidade:
A sinceridade faz amigos.
A falsidade faz inimigos.
Depende de nós
Ter amigos ou inimigos.
É livre a nossa opção.
A falsidade muda o amigo em inimigo.
A sinceridade faz do inimigo um amigo.
É melhor ser brutalmente sincero do que covardemente fingido.
Quem tem um amigo é feliz
Na vida - autenticidade.
No amor - sinceridade.
É preferível viver assim, amar assim, sofrer assim, esperar assim.
O VALOR DA AMIZADE
foi atingido por um bombardeio. Os missionários e duas crianças tiveram
morte imediata e as restantes ficaram gravemente feridas. Entre elas, uma
menina de oito anos, considerada em pior estado. Era necessário chamar
ajuda por uma rádio e ao fim de algum tempo, um médico e uma enfermeira da
Marinha dos EUA chegaram ao local.
Teriam que agir rapidamente, senão a menina morreria devido aos
traumatismos e à perda de sangue. Era urgente fazer uma transfusão, mas
como? Após alguns testes rápidos, puderam perceber que ninguém ali possuía
o sangue preciso. Reuniram então as crianças e entre gesticulações,
arranhadas no idioma, tentavam explicar o que estava acontecendo e que
precisariam de um voluntário para doar o sangue. Depois de um silêncio
sepulcral, viu-se um braço magrinho levantar-se timidamente. Era um menino
chamado Heng. Ele foi preparado às pressas ao lado da menina agonizante e
espetaram-lhe uma agulha na veia. Ele se mantinha quietinho e com o olhar
fixo no teto. Passado algum momento, ele deixou escapar um soluço e tapou
o rosto com a mão que estava livre. O médico lhe perguntou se estava doendo
e ele negou. Mas não demorou muito a soluçar de novo, contendo as lágrimas.
O médico ficou preocupado e voltou a lhe perguntar, e novamente ele negou.
Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso mas ininterrupto. Era
evidente que alguma coisas estava errada.
Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra aldeia. O
médico pediu então que ela procurasse saber o que estava acontecendo com
Heng. Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele e
explicando algumas coisas, e o rostinho do menino foi se aliviando... minutos depois ele estava novamente tranqüilo.
A enfermeira então explicou aos americanos: "Ele pensou que ia morrer; não
tinha entendido direito o que vocês disseram e estava achando que ia ter
que dar todo o seu sangue para a menina não morrer."
O médico se aproximou dele e com a ajuda da enfermeira perguntou:
- "Mas se era assim, porque então você se ofereceu a doar seu sangue?"
E o menino respondeu simplesmente:
- "Ela é minha amiga."
O VALOR DA AMIZADE
foi atingido por um bombardeio. Os missionários e duas crianças tiveram
morte imediata e as restantes ficaram gravemente feridas. Entre elas, uma
menina de oito anos, considerada em pior estado. Era necessário chamar
ajuda por uma rádio e ao fim de algum tempo, um médico e uma enfermeira da
Marinha dos EUA chegaram ao local.
Teriam que agir rapidamente, senão a menina morreria devido aos
traumatismos e à perda de sangue. Era urgente fazer uma transfusão, mas
como? Após alguns testes rápidos, puderam perceber que ninguém ali possuía
o sangue preciso. Reuniram então as crianças e entre gesticulações,
arranhadas no idioma, tentavam explicar o que estava acontecendo e que
precisariam de um voluntário para doar o sangue. Depois de um silêncio
sepulcral, viu-se um braço magrinho levantar-se timidamente. Era um menino
chamado Heng. Ele foi preparado às pressas ao lado da menina agonizante e
espetaram-lhe uma agulha na veia. Ele se mantinha quietinho e com o olhar
fixo no teto. Passado algum momento, ele deixou escapar um soluço e tapou
o rosto com a mão que estava livre. O médico lhe perguntou se estava doendo
e ele negou. Mas não demorou muito a soluçar de novo, contendo as lágrimas.
O médico ficou preocupado e voltou a lhe perguntar, e novamente ele negou.
Os soluços ocasionais deram lugar a um choro silencioso mas ininterrupto. Era
evidente que alguma coisas estava errada.
Foi então que apareceu uma enfermeira vietnamita vinda de outra aldeia. O
médico pediu então que ela procurasse saber o que estava acontecendo com
Heng. Com a voz meiga e doce, a enfermeira foi conversando com ele e
explicando algumas coisas, e o rostinho do menino foi se aliviando... minutos depois ele estava novamente tranqüilo.
A enfermeira então explicou aos americanos: "Ele pensou que ia morrer; não
tinha entendido direito o que vocês disseram e estava achando que ia ter
que dar todo o seu sangue para a menina não morrer."
O médico se aproximou dele e com a ajuda da enfermeira perguntou:
- "Mas se era assim, porque então você se ofereceu a doar seu sangue?"
E o menino respondeu simplesmente:
- "Ela é minha amiga."
